Com esta música há quase 40 anos capitães parou o então primeiro-ministro, Marcelo Caetano, encerrando quatro décadas de ditadura. Desde então, esta canção de Zeca Afonso tem sido associada com o golpe militar que trouxe a democracia a Portugal e à revolução popular que o Português, com cravos, em vez de balas nas armas, ganhou sua liberdade. Grândola, Vila Morena se tornou o hino da revolução contra a ditadura.
O 29 de março de 1974, Grândola, Vila Morena foi a música de encerramento de Amalia Rodrigues show no Coliseu de Lisboa. Ele foi assistido por vários militares (MFA) Movimento das Forças Armadas escolhido como o sinal de partida para a incipiente Revolução dos Cravos; Ele alegou eleição Otelo Saraiva de Carvalho, em particular. Nesse show, a censura do regime ditatorial de Salazar havia proibido várias canções de José Zeca.
No 0,20 o dia 25 de abril de 1974 no programa de rádio de Borda Renascença, Grândola, Vila Morena, que foi o segundo e último sinal para iniciar o movimento revolucionário que iria derrubar a ditadura de Salazar e dar liberdade para Portugal foi emitido e seu vasto império colonial. Forças do exército português organizados pela MFA seria responsável por alcançar a liberdade com o apoio do povo. O primeiro sinal foi emitido às 22h55 em 24 de abril e foi a canção E depois do adeus, cantada por Paulo de Carvalho.
Esta canção mostra pela primeira vez uma reivindicação do povo português para a liberdade ea igualdade de todos os cidadãos, contra a ditadura de Salazar que viveu na época. Isso mostra o desejo das pessoas de se rebelar contra o ditador autoritário e quer papéis invertidos com ele. A soberania popular acima de tudo.
Para mim o maior drama da relação entre Espanha e Portugal é que vivemos atrás do outro quando estamos tão parecidos nos costumes e história. Um dos maiores sucessos de ambas as nações tem sido a de saber como a transição de um sistema ditatorial para uma democracia de uma forma mais ou menos ordenada, sem apenas vítimas, fizemos-los com a transição e com a Revolução dos Cravos.
Letra Original:
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Letra Traducida:
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Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
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Grândola, villa morena
Tierra de fraternidad
El pueblo es quien más ordena
dentro de ti, oh ciudad
Dentro de ti, oh ciudad
El pueblo es quien más ordena
tierra de fraternidad
Grândola, villa morena
En cada esquina, un amigo
En cada rostro, igualdad
Grândola, villa morena
Tierra de fraternidad
Tierra de fraternidad
Grândola villa morena
En cada rostro, igualdad
El pueblo es quien más ordena
A la sombra de una encina
de la que ya no sabía su edad
juré tener por compañera
Grândola, tu voluntad
Grândola, tu voluntad
juré tener por compañera
a la sombra de una encina
de la que ya no sabía su edad
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Abstract en castellano
Con esta canción hace casi 40 años los capitanes detenían al entonces jefe del Gobierno, Marcelo Caetano, poniendo fin a cuatro décadas de dictadura. Desde entonces, esta canción de Zeca Afonso ha estado asociada al golpe militar que trajo la democracia a Portugal y a la revolución popular con la que los portugueses, con claveles en vez de balas en las escopetas, conquistaron su libertad. Grândola, Vila Morena se convirtió en el himno de esa revolución contra la dictadura.
Bibliografía
http://www.elmundo.es/elmundo/2013/04/26/cultura/1366960124.html
http://es.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A2ndola,_Vila_Morena
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